Process of Venture & Fellowship

CINCO CRITÉRIOS PARA A REDE DE EMPREENDEDORES(AS) SOCIAIS ASHOKA

O processo de seleção da Ashoka é consolidado por nossos cinco critérios, de acordo com os quais todos(as) os(as) candidatos(as) a empreendedor(a) social Ashoka serão avaliados em cada etapa do processo de seleção:

  1. Uma ideia inovadora: Os(as) candidatos(as) precisam ter uma ideia inovadora, uma nova solução ou abordagem para um problema social que mudará o padrão em determinado campo. Avaliamos a ideia historicamente e em relação às suas contemporâneas no campo, à procura de inovação e ao potencial de mudança real. Os(as) candidatos(as) devem apresentar uma inovação verdadeiramente transformadora e não apenas um ajuste à forma como as coisas são feitas atualmente.
  2. Criatividade: Empreendedores(as) sociais bem-sucedidos(as) são, quer criativos(as), quer visionários(as) que estabelecem metas, e que, como solucionadores(as) de problemas, são capazes de transformar as suas visões em realidade. Uma das perguntas que podemos fazer: O(a) candidato(a) tem um histórico de criação de outras visões inovadoras?
  3. Qualidade empreendedora: Os(as) empreendedores(as) sociais bem-sucedidos(as) são motivados(as) pela meta de resolução do problema em que estão trabalhando. Normalmente, não descansam até que sua ideia seja o novo padrão para a sociedade. Ao mesmo tempo, estão dispostos a lutar incansavelmente com muitos desafios práticos de "como fazer". Um(a) candidato(a) bem-sucedido(a), se possuísse os meios, dedicar-se-ia em tempo integral para lançar e cultivar sua ideia.
  4. Impacto social da ideia: A nova ideia do(a) candidato(a) tem o potencial de mudar significativamente o campo e desencadear impacto nacionalmente. A ideia em si tem de ser suficientemente nova, prática e útil para que as pessoas que trabalham na área possam adotá-la e transformá-la na nova regra de todo o setor.
  5. Fibra ética: Os(as) empreendedores(as) sociais que introduzem mudanças estruturais importantes para a sociedade terão de inspirar a mudança em larga escala e em diferentes grupos de atores. Se o(a) empreendedor(a) não é de confiança, a probabilidade de sucesso é reduzida drasticamente. A Ashoka insiste que todos(as) os(as) participantes do processo de reconhecimento sejam avaliados(as) em relação à fibra ética.

Em 2008, tornei-me uma empreendedora social reconhecida pela Ashoka. Fiquei muito feliz com esta oportunidade de conhecer pessoas incríveis, ir a lugares fantásticos e aprender sobre ideias inovadoras. Mas o que eu nunca poderia saber naquela época e só estou a começar a perceber agora, é o...

Molly Barker
Girls on the Run, EUA, empreendedora social reconhecida pela Ashoka desde 2008
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As análises objetivas, críticas e estratégicas da Ashoka em relação aos caminhos de trabalho e desenvolvimento potencial já alteraram profundamente os nossos planos de crescimento. Na verdade, graças à Ashoka, o padrão elevou-se bastante: agora, as nossas aspirações são globais e já não locais, e...

Al Harris
Blue Ventures, Reino Unido e Madagáscar. Empreendedor social Ashoka desde 2007.
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